terça-feira, 4 de novembro de 2008



não sou escravo de ninguém, ninguém senhor do meu domínio. sei o que devo defender e por valor eu tenhoe temo o que agora se desfaz - viajamos sete léguas por entre abismos e florestas - por Deus nunca me vi tão só - é a própria fé o que destrói. estes são dias desleais. eu sou metal - raio, relâmpago e trovão. sou metal - eu sou o ouro em seu brasão. eu sou metal e sabe-me o sopro do dragão. reconheço meu pesar quando tudo é traição. o que venho encontrar é a virtude em outras mãos. é a verdade o que assombra - o descaso que condena - a estupidez o que destrói! eu vejo tudo que se foi e o que não existe mais... tenho os sentidos já dormentes, o corpo quer, a alma entende, esta é a terra-de-ninguém e sei que devo resitir, eu quero a espada em minhas mãos. não me entrego sem lutar, tenho ainda coração -não aprendi a me render que caia o inimigo então. tudo passa - tudo passará. e nossa história não estará pelo avesso assim sem final feliz. teremos coisas bonitas pra contar. e até lá vamos viver, temos muito ainda por fazer, não olhe pra trás, apenas começamos.


escutei essa música hoje de manhã depois de muito tempo - cantanda ou não, acho que diz muita coisa.

Um comentário:

Só alguém disse...

qual o nome da musica?

te amo! =*