
Amo farelo de pão, catar o da bolacha no fundo do pacote. Detesto farelo de gente, gente quase pó.
Se fosse para sermos microscópicos seríamos um outro organismo qualquer. Somos humanos. (E daí né?!)...Ainda que isso não pareça mais tão digno de mérito, comportem-se com a grandeza que poderia ter um. Utilizem-se dos artífices que flutuam em alguma nuvem dessa sociedade intimista.
Amo filmes, os roteiros, os atores. Mas, atores, limitem suas atuações aos espetáculos. Não gostamos da sensação de entrar em um momento pré-programado. Não gostamos, muito menos, da dúvida do ser, ou não, parte de um ensaio planejado.
Amo coca-cola, pimenta e limão puro. Abuso deles e, nem assim, meu estômago reclama. Não façam pesar na digestão de alguém um ato dúbio. A alma do outro é como território inexplorado...não se sabe o que há lá dentro, por mais que nos sintamos espertos e aptos a saber.
Finjam... Sejam podres. Sejam pobres. Mas assim o façam se tal atitude os deixa felizes. Não forcem situações. Não se forcem a situações. Talvez sintam essa necessidade. E o entendimento de que esta é mera fraqueza momentânea virá depois. (Virá?)
E, se assim desejarem, completem aquele vazio com o que há de mais fútil e instantâneo. Fujam, mas não mintam a si mesmos desconhecerem o ponto de chegada dessa fuga.
Se fosse para sermos microscópicos seríamos um outro organismo qualquer. Somos humanos. (E daí né?!)...Ainda que isso não pareça mais tão digno de mérito, comportem-se com a grandeza que poderia ter um. Utilizem-se dos artífices que flutuam em alguma nuvem dessa sociedade intimista.
Amo filmes, os roteiros, os atores. Mas, atores, limitem suas atuações aos espetáculos. Não gostamos da sensação de entrar em um momento pré-programado. Não gostamos, muito menos, da dúvida do ser, ou não, parte de um ensaio planejado.
Amo coca-cola, pimenta e limão puro. Abuso deles e, nem assim, meu estômago reclama. Não façam pesar na digestão de alguém um ato dúbio. A alma do outro é como território inexplorado...não se sabe o que há lá dentro, por mais que nos sintamos espertos e aptos a saber.
Finjam... Sejam podres. Sejam pobres. Mas assim o façam se tal atitude os deixa felizes. Não forcem situações. Não se forcem a situações. Talvez sintam essa necessidade. E o entendimento de que esta é mera fraqueza momentânea virá depois. (Virá?)
E, se assim desejarem, completem aquele vazio com o que há de mais fútil e instantâneo. Fujam, mas não mintam a si mesmos desconhecerem o ponto de chegada dessa fuga.
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